Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 24/12/2020

A Constituição Cidadã garante a todos os brasileiros e estrangeiros residentes no país o direito à saúde e bem-estar social. Entretanto, convém ressaltar que esse dever não está sendo respeitado, haja vista a existência da gravidez na adolescência, motivado pela falta de informação sobre o tema. Logo, é necessário que medidas governamentais sejam tomadas para mitigar esse problema.

Primeiramente, o tabu existênte sobre o sexo motivado por uma cultura conservadora, dificulta que as informações de como se evitar uma gravidez precoce seja disseminada. Por exemplo, nas escolas o sexo é tratado apenas nas aulas de biologia sem ser levado em conta a realidade vivida pelos alunos e as consequências dessa prática, assim, o tema fica restrito apenas a esfera fisiológica. Dessa forma, as informações necesserias sobre a importância dos métodos contraceptivos é omitida por causa do preconceito existente na sociedade.

Além disso, é fundamental destacar os efeitos de uma gravidez indesejada na juventude. Por exemplo, o Institudo Brasileiro de Geografia e Estatística revela que as meninas que engravidam têm mais chances de deixarem a escola, assim, detém de menos oportunidades profissionais futuras, contribuindo para o aumento da desigualdade social. Dessa maneira, essas jovens têm seu direito ao bem-estar social delimitado devido a gravidez prematura.

Portanto, torna-se evidente que esse problema está intimamente ligado a falta de informação sobre o tema. Logo, o Governo deve, por intermédio do Ministério da Educação, incluir aulas sobre educação sexual nas escolas ministradas pelos professores de biologia, sociologia e filosofia, com a finalidade de abordar sobre o sexo nas mais diversas áreas, assim, contribuindo para conscientização dos jovens sobre como se evitar a gravidez na adolescencia. Deste jeito, o Brasil será um país que realmente respeita sua Constituição.