Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 06/01/2021

Caverna da desinformação

Na sociedade contemporânea, a gravidez na adolescência se encontra em um entrave para a harmonização social. Isso se deve, sobretudo, à necessidade de ações governamentais para a redução desse impasse, como o incentivo à educação e ao dialógo entre os pais e os filhos para promover uma ascensão de informações aos adolescentres. Nesse viés, são neocessárias mais medidas efetivas dos centros de ensino e do Governo Federal para o enfrentamento dessa problemática.

É importante lembrar, de início, que a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, segundo Nelson Mandela. Com isso, percebe-se a necessidade de inclusão da educação para reduzir a gravidez precoce, uma vez que o acesso e a atenção voltada para esse setor social, a população tende, geralmente, a possuir um cuidado reforçado, informando-se sobre as peripécias de uma gestação na adolescência. Sendo assim, as escolas devem compactuar com esse acesso de informações, incluindo a educação sexual de uma forma didática e leve para a resolução desse conflito.

Outrossim, a falta do dialógo entre as famílias causam malefícios futuros para uma sociedade, uma vez que as crianças e os adolescentes que não possuem pais que dialogam sobre a sexualidade, por exemplo, aprenderão sobre tal assunto de uma forma insatisfatória, perpetuando-o. Nesse sentido, o Estaturo da Criança e do Adolescente deve promover um incentivo a uma maior aproximação dos pais e dos filhos acerca dos assuntos necessários para a compreensão de uma vida social em harmonia, saindo da perspectiva de que os pais não podem tratar sobre tais assuntos na presença dos filhos, deixando-os em uma “Caverna” sem informações sobre o mundo, assim como no Mito da Caverna de Platão.

Percebe-se, portanto, que é imprescindível a atuação dos centros de ensino e do Governo Federal para atenuar as sequelas e otimizar as perspectivas oriundas dessa problemática. Para isso, cabe ao setor educacional inserir informações educacionais sobre a sexualidade e os perigos da gravidez na adolescência, por meio de seminários com profissionais na área da saúde, a fim de fomentar o conhecimento para ser possível a redução desse problema. Por fim, cabe ao Governo, em parceria com o Estaturo da Criança e do Adolescente, promover campanhas sociais que incentivem o dialógo em casa, por intermédio de visitas domicilares que acompanhem esse processo. Desse modo, os jovens poderão sair da caverna da desinformação para contribuir com as ações governamentais.