Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 18/11/2021
Conforme o artigo 196 da Constituição Federal, “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. A realidade brasileira, no entanto se encontra, com um cenário arduo, no que se refere nas ações do governo para redução de gravidez precoce na adolescência. Faz-se necessario, assim, entender os principais entraves da problemática: falta de neglicência governamental e falta de informações nas escolas.
É relevante abordar, primeiramente, que a falta de neglicência do governo afeta grande parte das adolescentes, que necessita de ações imediatas para a redução de gravidez indesejada. ‘‘Segundo a coordenadora do Núcleo de Atenção à Saúde da Mulher, Criança e Adolescente, a gravidez na adolescência é um problema de saúde pública. “Os riscos à saúde da mãe e bebê são muitos, como prematuridade, anemia, aborto espontâneo, eclâmpsia, depressão pós-parto, entre outros’’. Desse modo, a união do governo é essencial para garantir o bem-estar dessas jovens e combater a gravidez precoce.
Paralelo a isso, vale também ressaltar que a falta de informações nas escolas gera uma carência de conhecimento por parte dassas jovens. De acordo com o site G1, educação sexual ainda é tabu no Brasil e adolescentes sofrem com a falta de informação. Entretanto, muitas dessas adolescentes engravidam por falta de informação escolares, dialógos no ambiente familiar, ou até mesmo por situações socieconômicas onde a maioria não tem condições para comprar a pílula anticoncepcional ou preservativo.
Diante das questões mencionadas, é vísivel a necessidade de medidas para a redução de gravidez na adolescência. Dessa forma, cabe ao Ministério do Governo destinar verbas para a compra de anticoncepcionais para pessoas de baixa renda, por meio de formulário socioêconomico, com intuito de que todas as adolescentes tomem a pípula, com a finalidade de reduzir gestação indesejada. Por outro lado, é importante que a conscientização nas escolas ande junto.