Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 23/04/2021

No filme “Juno”, uma jovem de 16 anos engravida do melhor amigo, ela enfrenta muitos desafios e decide entregar o bebê para a adoção. Não diferente da ficção, a gravidez na adolescência no Brasil, é um problema recorrente, devido a falta de educação sexual nas escolas o que leva, por exemplo, o abandono dos estudos.

Em primeiro lugar, um dos fatores que leva a gravidez precoce é a falta de educação sexual nas escolas, visto que, o sexo é falado somente na área biológica, sem entrar no assunto da sexualidade dos jovens e como prevenir uma gravidez indesejada. Segundo dado do IBGE, em 2020, 62 a cada 1000 mulheres que engravidam, são da faixa etária de 15 a 19 anos. Desse modo, é evidente que a gravidez na adolescência é um problema grave na sociedade brasileira.

Além disso, a jovem gestante tende a abandonar a escola, já que, precisa se dedicar exclusivamente ao bebê que vai nascer. Aliás, essa condição ocorre especialmente na população pobre, o que agrava mais o problema, pois, a mãe não terminará seus estudos, logo, não irá conseguir entrar no mercado de trabalho, gerando um ciclo sem fim.

Logo, conclui-se que esse cenário não deve perdurar. É necessário que o Governo Federal juntamente com as escolas, por meio de palestras, campanhas e aulas sobre educação sexual, instrua as crianças e adolescentes sobre os riscos da gravidez na adolescência e mostre métodos contraceptivos, a fim de evitar a gestação indesejada e a transmissão de DST’s. Assim, os jovens irão se conscientizar e terão os devidos cuidados, diminuindo o índice de gravidez na adolescência, aumentando a qualidade de vida dos mesmos.