Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 22/11/2021
No filme “O diabo de cada dia”, é narrada a história de uma menina que, ainda na adolescência, fica grávida de um líder religioso, mas que acaba se suicidando por não saber lidar com tanta pressão. Ao extrapolar a esfera fictícia, percebe-se que a gravidez na adolescência é uma realidade brasileira que precisa ser superada, visto que ainda é um problema atual no país. Nesse contexto, é preciso não só análise os números tão elevados dr gravidez na adolescência no brasil, esclarecendo quem são as adolescentes mais afetadas, bem como examinar quais consequências uma gravidez precoce pode gerar tanto para a mãe quanto para o bebê.
Em primeiro plano, é preciso esclarcer que a gravidez na adolescência é um problema atual no Brasil. Segundo dados extraídos do IBGE, de cada 5 bebês que nascem, um tem a maioria entre 15 e 19 anos, a evidência que o Brasil é o país que possui a maior média mundial de gravidez precoce. A luz dessa ideia, é relevante citar dados extraídos do site do Senado, que esclarece que a gravidez na adolescência prevalece em famílias de baixa renda, residentes na periferia e com baixa escolaridade. Diante disso, é necessário que o Estado opere para que esses números de gravidez na adolescência se reduzam.
Além disso, é importante citar que como consequência de uma gravidez preoce envolve tanto a questão física quanto a social. Nesse sentido, é de suma importância entender que, a gravidez na adolescência potenciaçiza o risco de bebês prematuros e de baixo peso, bem como gera diversos transtornos psicológicos a mãe, que não consegue associar a criação do filho com os estudos ou a vida financeira, tendo de largar tudo para cuidare de seus filho. Nesse contexto, torna-se relevante citar o pensamento do doutor Drauzio Varella, quando cita que o índice de mortalidade entre filhos de mães adolescentes é muito alto, pois cerca de 20% da mortalidade infantil no Brasil decorrem do óbito precoce de bebês nascidos de mães entre os 15 e 19 anos. Dessa forma, compreende-se o perigo da gravidez precoce.
Diante desse cenário, são necessárias ações que modifiquem essa realidade. Inicialmente, cabe ao Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, o dever de orientar os adolescêntes sobre as dificuldades encontradas em uma gravidez precoce, por meio de palestras em instituições de ensino, visando permitir que os adolescentes adquirem a proteção necessária nas atividades sexuais, como os métodos contraceptivos. Ademais, cabe aos mesmos agentes, a tarefa de orientar aos alunos sobre as consequências da gravidez precoce e fornecer apoio físico e psicológicos para mães adolescentes precoce de primeira viagem, visando o bem estar dela e do bebê. Implemenadas tais ações governamentais, espera-se reduzir a gravidez na adolescência.