Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 13/12/2021
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os adolescentes representam a menor parte da população mundial o que é um número bastante alto e que, consequentemente produz também altas taxas de fertilidade.Contudo, a questão não reside nesse fenômeno da fertilidade, mas no que a Psicologia Comportamental conceitua de Agregado Cultural,que são os problemas que esse comportamento produz, no caso, a gravidez não planejada. Desse modo, é preciso a criação de Política Públicas que utilizem a educação como um meio de abordar a sexualidade e a saúde reprodutiva, além de investir em programas de prevenção da gravidez na área da saúde.
Convém ressaltar que, educar não se restringe as instituições escolares e universitárias, mas abrange diversas esferas, posto que o seu objetivo é informar. Nesse contexto, segundo a Sociedade Brasileira de Psiquiatria, a desinformação sobre sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos são os principais motivos para a gestação.
Na adolescência e essa desinformação pode transformar esse momento vital em uma crise capaz proporcionar uma série de riscos e complicações para os adolescentes, os recém-nascidos e inclusive para a sociedade. Portanto, é notório a necessidade do investimento governamental em educação sexual, visto que de acordo com dados do governo , sem a educação sexual mais de metade dos adolescentes já estão ativos sexualmente e, desse modo, eles precisam ter acesso a informações mais precisas e atualizadas,para que não aconteça a gravidez indesejada.
A comunicaçao de pais e filhos e responsabilidade dos pais do jovem darem a orientação necessaria para o adolecente o concientizando sobre as ações e consequencias que os adolecentes vão sofrer futuramente mas pode ser evitado com o dialogo claramente explicado.