Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/12/2021

Com o decorrer dos anos e os evidentes avanços na medicina, foram desenvolvidos diversos meios com a capacidade de evitar a gravidez, sendo denominados “métodos contraceptivos”. Conquanto, o aumento contínuo de casos de adolescentes que engravidam, na maioria das vezes, sem planejamento é evidente. Isso deve ser cessado, pois tem como consequência a completa alteração do projeto de vida de tais jovens. Em decorrência disso, se faz necessária uma análise dos aspectos que corroboram com a problemática: a ausência, tanto de programas educativos mais efetivos, quanto de orientação por parte dos pais ou responsáveis sobre os riscos do sexo sem proteção.

É indubitável que a questão educacional e sua aplicação estejam entre os fatores que atenuam tal problema. Nesse contexto, é necessário enfatizar que, a falta de projetos nas escolas que abordem tal tema com afinco, de forma a fornecer informações corretas e em linguagem que se adeque a eles, influi no aumento da realização da atividade sexual sem que, previamente, seja tomada uma decisão sábia e voluntária.

Além disso, é cabível salientar que, segundo Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Dessa forma, a sociedade se faz plenamente responsável pela atual situação da problemática, tendo o setor familiar grande parcela de culpa nisso. Tal qual o início das relações sexuais vem sendo cada vez mais precoce e facilitada e a falta de orientação por parte dos pais é notória, o uso de técnicas contraceptivas passa a ser deixado de lado por muitos.

Com isto, para que os números de gravidez na adolescência tenha pelomenos uma redução, uma possível solução para esse caso seria, fazer com que a mídia promova campanhas publicitárias, debates em horário nobre, fomentando a conscientização de pais e adolescentes sobre as consequências da gravidez sem planejamento, a fim de que, essa problemática de cunho social, seja cada vez menos recorrente no Brasil.