Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 13/12/2021
Falta de conversas e informações dentro da família, ensino deficitário nas escolas e uma política pública insuficiente contrapostas à comercialização e ao fácil acesso ao sexo, geram gravidez precoce, além de, mortalidade infantil e uma perpetuação de ciclos de pobreza. As instituições sociais, na lógica weberiana exercem um poder ideológico sobre os pertencentes e sociedades, no Brasil, controladas e formados sob uma lógica cristãs e conservadora, as pessoas não precisam de uma educação sexual que diálogo com sua realidade, o ensino doméstico também antiquado não supre essa deficiência e a consequência do sexo como tabu são muitas, como a gravidez em adolescentes e consequentemente um ininterrupto ciclo de pobreza, uma vez que se torna mais difícil para os jovens a continuação dos estudos, trazendo efeitos na inserção no mercado de trabalho e na autonomia.
Diante disso, faz-se necessária uma atuação da união em elaborar rumos educacionais através do Ministério da Educação, que dialoguem com a realidade das crianças e jovens e trate o sexo para além da esfera puramente biológica, destacando ainda a importância da mídia na divulgação de notícias e entretenimento que tratem da sexualidade sem tabu para alcançar os pais e quebrar a concepção conservadora da família acerca do tema, com o objetivo de informar e desestruturar padrões nocivos que contribuem para o alarmante número de casos de gravidez.