Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 16/03/2022

No filme “Juno” retrata a história de uma adolescente norte-americana que engravida e tem que lidar com preconceito e inseguranças de uma gravidez precoce. No Brasil a situação não é diferente,as adolescentes gravídas sofrem esse preconceito na sociedade,devido esse contexto é discutível que a gravidez na adolescência é um problema devido não só à dificuldade de abordar o assunto gerando a falta de conhecimento ,mas também à negligência estatal nas políticas públicas de conscientização.

A formação religiosa histórica brasileira conduziu o sexo como uma questão de “tabu”,se o sexo é uma questão de “tabu” as pessoas falam pouco sobre o assunto, ou seja,predomina a desinformação pois não retrata nas escolas e nem no núcleo familiar,a partir dessa desinformação podemos agravar a tomada de comportamentos sexuais irresponsáveis pelos adolescentes.

Por mais que as meninas de hoje saibam da existência de contraceptivos,não é uma questão simplesmente de conhecimento mas também de empoderar essas meninas para não apenas terem a informação mas conseguirem negociar à ultilização de preservativos com ses parceiros. Mesmo que esses metódos estejam disponiveís em unidades de saúde,nem todas essas meninas tem segurança suficiente para lidar com o julgamento social e procurar pelos métodos contracptivos nas unidades de saúde.

Enquanto sexo e sexualidade forem “tabus” na sociedade brasileira veremos desinformação,abuso sexual e comportamento sexual irresponsável.O ministério da saúde em parceria com as principais emissoras da televisão vêm com as principais mídias digitais poderiam elaborar uma campanha nacional de combate a gravidez na adolescência,essa campanha investiria numa conscientização,atavés da ultilização de formadores de opinião ligados ao público infantil e juvenil,e ouvindo as vozes de meninas que enfrentaram uma gravidez precoce na adolescência.