Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 09/05/2022
Dificuldade de comunicação, falta de informação e acesso restrito aos métodos contraceptivos, esses são uns dos motivos para a gravidez precoce, de acordo com dados feitos em 2020 a cada mil brasileiras entre 15 e 19 anos, 53 tornam-se mães.
A maioria das adolescentes que engravidam abandonam os estudos para cuidar do filho, oque contribui para o aumento no índice de desemprego e na dependência familiar.
A sociedade brasileira é de grande parte de origem cristã, sendo isso um dos fatores para a desinformação sobre o sexo, já que o cristianismo conduziu esse assunto como um tabu, então essa questão não é discutido tanto quanto deveria ser dentro das famílias, escolas ou na mídia. Trazendo aos adolescentes atitudes sexuais irresponsáveis.
Uma mãe adolescente acaba sofrendo consequências emocionais, sociais e econômicas para a sua própria saúde e também para o filho. Somado todas essas problemáticas na cabeça de uma menina de entre 10 e 19, o desempenho escolar dela é afetado, conduzindo então a uma evasão escolar e consequentemente a um ciclo de pobreza na sua vida.
A maneira governamental de tratar com essa questão seria uma parceira do ministério da saúde com pessoas influentes digitalmente, poderia ser youtubers, tiktokers ou até influencers do twitter, essa parceria teria como proposta conscientizar os adolescentes contando os principais problemas e consequências da gravidez precoce, e o método digital foi o escolhido pois é aonde a geração de agora passa mais tempo atualmente.