Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 10/06/2022
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adolescência é a idade entre 10 a 19 anos, época onde começam a ter relações sexuais e por muitas vezes não terem informações mais aprofundadas no assunto, acabam tendo uma gravidez precoce que acarreta problemas emocionais e sociais tanto aos pais quanto a criança gerada.
Apesar de atualmente a acessibilidade ao acesso de informação ser maior, estudos mostram que ainda ocorrem diversas gravidezes não planejadas na adolescência por falta de conhecimento do uso correto de contraceptivos. Um dos métodos que é mais usado indevidamente é a pílula contraceptiva de emergência, já que muitas mulheres não sabem que sua eficácia diminui após o uso excessivo num curto período de tempo.
Além disso, há um índice que comprova que 51,8% das mulheres muitas vezes não usam preservativo devido à insistência e resistência de seus parceiros que alegam que aperta ou tira a sensibilidade e optando pelo “coito interrompido”, que além de não impedir uma gravidez, pode também ocasionar infecções sexualmente transmissíveis (IST).
A desinformação e a falta de orientação sexual na família e na escola trazem sérios problemas e riscos aos adolescentes. Alem de na maioria das vezes não terem preparo psicológico ou ate mesmo econômico para ter uma criança, também são constantemente julgados socialmente. Por isso é necessário a articulação de parcerias intersetoriais com o desenvolvimento de ações educativas em promoção de saúde sexual e reprodutiva em escolas, promovidos pelos Ministérios da Educação e da Saúde.