Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

É de conhecimento geral que no Brasil há a ocorrência de muitos casos de gravidez na adolescência por ano. De acordo com o IBGE, um bebe a cada cinco são de mães com idade de 15 a 19 anos. Isso acontece por diversos motivos, como a falta de politicas publicas, falta educação e orientação sexual e etc. O papel do governo é fundamental para a reversão dessa estatística.

Mesmo havendo uma queda recente de 20% no numero de casos de gravidez na adolescência, os números nacionais ainda são muito altos. A maioria dessas mães vem de áreas rurais e das periferias das cidades, locais onde falta investimento e intervenção do governo para que essas meninas tenham acesso à informação que possam ajudar a prevenir essa gravidez. É essencial que haja educação sexual nas escolas que têm alunas a partir dos 14 anos. Pode ser criada uma disciplina e que seja trabalhada em projetos dentro da escola. O intuito não é introduzir o tema para esses adolescentes, e sim orientar e mostrar as consequências, seja gravidez, seja infecções sexualmente transmissíveis (IST).

A gravidez na adolescência, além de ser um problema social, é um problema de saúde pública, pois, como foi mencionado anteriormente, sem os cuidados necessários podem surgir as infecções sexualmente transmissíveis, que afetam tanto os jovens quanto o filho(a) deles, quando gerados na presença dessas infecções. Nesse quesito, é essencial o investimento governamental na distribuição de contraceptivos nos postos de saúde e que seja garantido o acesso dessas jovens ao sistema de saúde no seu pré natal.

Levando em consideração o que foi dito anteriormente, é possível concluir que uma provável solução para o problema da gravidez na adolescência no Brasil seria pressionar o governo a tornar obrigatória a educação e orientação sexual nas escolas, tanto públicas quanto privadas. Além disso, devem aumentar as verbas de distribuição de contraceptivos nos postos de saúde, além dos cuidados com as adolescentes que já estão grávidas, com a garantia de um pré natal completo e também a garantia de cuidados com o bebe nos primeiros anos de vida, para que a mãe possa retomar seus estudos e retomar sua vida.