Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

Educação sexual devastada, dificuldade em comunicação. Diversas são os fatores que conduzem aos altos índices de gravidez precoce brasileira. Em 2015 de acordo com dados do Ministério da Saúde sobre a maternidade precoce afirma que: 574.000 crianças nascidas de mães entre 10 e 19 anos, esse valor corresponde quase 20% do total de nascimento no ano, verificamos que ser necessária uma intervenção estadual e federal acerca do problema de modo a implantar medidas preventivas ou pelo menos minimizadoras do índice de gravidez na juventude no país.

É relevante constar primeiramente que a raiz da sociedade brasileira foi construída em sua grande maioria, baseada em uma tradição cristã, isto desde o período colonial, quando os portugueses chegaram ao Brasil, com uma de suas finalidades que era catequizar os índios. Isso significa que grande parte da população tem suas raízes católicas, que tem como um grande tabu a questão da sexualidade. De acordo com psicanalista Sigmund Freud que traz o conceito de tabu: determinado assunto considerado proibido por uma construção social e sua discussão deve ser evitado. Como consequência disso temos a falta de evolução na educação sexual dos jovens brasileiros e também a falta de comunicação que leva a prática sexual irresponsável devido que é pouco discutido. Diante da questão histórica e social brasileira, as jovens que fazem parte do grupo a ser discutido sofrem preconceito seja por parte da família, seja na vida escolar, seja na sociedade em um todo.

Com essas contatações, evidencia, portanto, sendo necessário conscientizar a população jovem a respeito da importância da preservação da gravidez precoce e da discussão sobre o assunto. Para isso o Governo Federal deve realizar campanhas de combate a maternidade na adolescência. Deve ser falado mais sobre o assunto nas escolas sem levar para o lado do erotismo, talvez falando sobre documentários como o ‘‘Meninas’’, que retrata a realidade e dificuldades de algumas dessas adolescentes moradoras de periferias no Brasil.