Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

A taxa de natalidade adolescente não está apresentando queda sastisfatória e isso faz com que medidas governamentais sejam tomadas.

A gravidez na adolescência é um fator que está preocupando as autoridades médicas no assunto pois, mesmo depois de anos, a taxa de tanalidade adolescente não apresentou queda favorável. Segundo o IBGE (instituto brasileiro de Geografia e Estatística), uma de cada seis crianças que nascem, atualmente no Brasil, são resultados de gravidez na adolescência.

A gravidez precoce (com idade entre 10 á 19 anos) causa muitas consequências á jovem mãe e, por ora, podemos citar os riscos a saúde, pois o útero e outras partes do corpo não estão totalmente desenvolvidas e isso sobrecarrega elas, deixando sequelas para a mãe e aumentando o risco de ter dificuldades no período de gestação. Outro risco que não deixaremos de citar é a brusca mudança na vida da jovem que, muitas vezes, tem que criar o filho sozinho pois o pai não quer assumir a responsabilidade da criação, essa mudança abrange uma possível saída da jovem da escola, uma vez que não consegue conciliar os estudos com os cuidados diários de um filho; outro fator é uma possível sequela pscicológica para a jovem pois, muitas vezes, a gravidez foi resultado de estupros ou outros tipos de violência sexual ou simplismente porque a moça fica sobrecarregada de, em uma idade tão jovem, carregar tal peso de cuidar de uma criança, etc.

Dado esses fatores, é cabível ao governo do estado de São Paulo e a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescentes tomar as seguintes medidas: promover campanhas de conscientização nas escolas públicas e privadas ensinando os riscos da gravidez na adolescência e como preveni-lá; fazer campanhas de distribuição de métodos anticoncepcionais (como camisinhas, pílulas anticoncepcionais, DIU, etc); nos casos onde a jovem já está grávida, fornecer apoio psicológico e, se for preciso, apoio de insumos como, por exemplo, a doação de fraldas e talcos; etc.

Ao fazer tais medidas, o governo previnirá a gravidez na adolescência e, caso já tenha um filho, danos maiores ás jovens mães.