Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

Quais são os riscos da gravidez na adolescência e como os amenizar

A gravidez precoce é um assunto muito discutido em todo o Brasil, embora os casos tenham diminuído com o passar da década, é um assunto que não devemos nos deixar de preocupar, existem vários motivos para esses casos mas o principal deles sem dúvidas é a educação.

Em estudo da Unifesp, apenas 14% dos jovens relataram ter recebido informações sobre sexo na escola, número assustador em um cenário em que as conversas sobre relações sexuais não são realizadas em casa. O que acaba provocando um aumento significativo na taxa de gravidez na adolescência. Logo, é evidente que deve ser feito alguma coisa para que os adolescentes recebam essa educação sexual que tanto falta nas escolas e em casa.

Além de que, com a gravidez precoce, é comum que a mãe abandone a escola e interrompa definitivamente os estudos. Assim, inicia-se o ciclo da pobreza, pois sem educação as chances de inserção no mercado de trabalho, bem como as perspectivas de futuro dessa mãe, diminuem.

Muitas gestantes de gravidez indesejada acabam atrasando o pré-natal (Momento importante para garantir a saude e integridade do bebê), o que pode trazer inúmeros riscos para a saúde da criança a curto e longo prazo, isso ocorre principalmente porque elas não se sentem seguras para contar aos familiares que estão grávidas, um dos motivos é que uma gestação indesejada, pode ter vindo de casos de violência sexual, o que pode trazer traumas inimagináv e permanentes para a gestante e acaba trazendo certa insegurança na hora de contar aos familiares. Com isso percebe-se que se deve tomar medidas para que tenha educação e apoio psicológico para os adolescentes o mais breve possível.

O nosso governo tem várias possibilidades para pelo menos amenizar ainda mais essa situação, uma delas é um decreto que em conjunto com o Ministério da Educação, promova um tema na grade de aula, que aborda o tema saúde sexual nas escolas. Isso pode ser feito por meio de cursos com professores e psicólogos expostos aos riscos da gravidez na adolescência. Além de tratamento psicológico gratuito oferecido pelo governo para adolescentes em larga escala.