Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

Segundo a organização Mundial da saúde (OMS), os adolescentes representam cerca de 25 % da população mundial, um número muito alto e que também resulta em altas taxas de.fecundidade. Contudo, a questão não reside nesse fenômeno da fertilidade, mas no que a Psicologia Comportamental conceitua de Agregado Cultural,que são os problemas que esse comportamento produz, no caso, a gravidez não planejada.

Desse modo, é preciso a criação de Política Públicas que utilizem a educação como um meio de abordar a sexualidade e a saúde reprodutiva, além de investir em programas de prevenção da gravidez na área da saúde. Notam que a educação não se limita a institutos escolares ou acadêmicos, mas é de natureza informativa e, consequentemente, abrange várias áreas. Nesse contexto, segundo a sociedade Brasileira de psicopatologia (SPB), a desinformação sobre sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos são os principais motivos da gravidez na adolescência e essa desinformação pode transmudar esse momento crucial em uma crise que pode trazer diversos riscos e complicações… para adolescentes, bebês e até para a sociedade. Portanto, é notório a necessidade do investimento governamental em educação sexual, visto que de acordo com dados da SBP, sem a educação sexual mais de 50% dos adolescentes já estão ativos sexualmente e, desse modo, não podem ser ignorados, eles precisam ter acesso a informações mais precisas e atualizadas,para que não aconteça a gravidez indesejada.

Diante dos fatos expostos, é notório o fato de que a conscientização por parte da sociedade torna-se insolúvel sem as medidas governamentais, medidas essas que reduzirão a quantidade de gestação prematura, abortos clandestinos, doenças sexualmente transmissíveis, tendo assim um impacto socieconômico positivo, pois as jovens que outrora engravidavam precocimente, poderão agora continuar seus estudos e dessa maneira contribuir para a economia do país.