Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 13/06/2022
A gravidez na adolescência tem crescido absurdamente no Brasil nos últimos anos e tem colocado em pauta diversas questões, como a falta de educação /informação do indivíduo. Colocando a questão da iniciação precoce da vida sexual dos jovens, que a cada dia tem se iniciado mais cedo.
Segundo o IBGE, o número de adolescentes grávidas em 2021, com idade entre 10 e 19 anos, é de 55 mil. O que deixa claro, que os jovens não estão usando os métodos contraceptivos para que não ocorra uma gravidez indesejada e até mesmo a possibilidade de contrair uma doença sexualmente transmissível. Alguns casos jovens menor de idade engravidam cedo por causa do abuso sexual que sofrem em casa, tento que arcar com os danos psicologicos e danos a sua vida futura.
Além disso, não é só uma vida que está por vir ao mundo, mas o futuro daquela jovem que será interrompido. Muitos casos de garotas que engravidam não querem ou não podem levar a frente uma gravidez por medo de não conseguir criar a criança e preferem abortar, coloca sua vida em risco, já que no Brasil o aborto não é legalizado e nos casos de estrupo, a vitima precisara entrar em juizo para assim conseguir uma liminar para o aborto, podendo ser negada. Pesquisas realizadas pelo Ministério da Educação nos mostram que mais de 18 % das meninas que ficam grávidas abandonam o estudo para criar a criança. Deixando de lado suas chances de sair da pobreza e alcançar ascensão social e profissional.
Desse modo, a gravidez precoce entre os jovens brasileiros requer medidas mais efetivas para ser amenizado em nosso país. Nesse sentido, o Ministério da educação deve inserir no ensino obrigatório, orientação sexual e palestras com o intuito de mostrar a realidade de outras pessoas que passaram por essa situação. Espera-se com isso, que os adolescentes se conscientizem e não passem por esse problema e que se preocupem somente com o seu futuro.