Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

Segundo o Sinasc, o Brasil teve uma queda de 20% no número de jovens que engravidaram, porém este número ainda está longe de ser bom, visto que é superior à média mundial.

Ainda é comum no Brasil meninas jovens engravidarem, visto que essas representam 16% de todas as mulheres que tem uma gestação. Contudo este acontecimento pode ser prejudicial não só para o bebê que é gerado muitas vezes sem planejamento, mas como também para a jovem mãe que, na maioria das vezes acaba até largando os estudos, pois de acordo com o IBGE somente 30% dessas adolescentes continuam seus estudos.

Todavia o governo não deve achar que este problema social do Brasil é apenas problema das jovens e de suas famílias, pois segundo um estudo do Banco Mundial, o Brasil poderia ganhar 3,5 bilhões de dólares a mais se essas adolescentes engravidassem mais tardiamente, por volta de seus 20 anos.

Contudo este problema não envolve somente dinheiro, envolve também o status social, visto que muitos brasileiros tem relações sexuais simplesmente pelo status social proporcionado por isso, que além de ser sem sentido, prejudica a vida desses jovens.

Com base nesses fatos, podemos concluir que, é de interesse do governo também que essas jovens não engravidem tão cedo, e portanto deve ser feito principalmente nas escolas campanhas sobre educação sexual, para que os jovens, não só as mulheres, mas também os homens tenham consciência dos riscos que correm ao ter relações sem o uso de qualquer tipo de preservativo. Contudo é certo dizer que o Ministério da Educação poderia até implementar na grade escolar aulas sobre educação sexual, pois só por meio do conhecimento será possível acabar com esse problema social tão presente no nosso país.