Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/06/2022

A falta de informação, o preconceito e a evasão escolar são alguns dos problemas enfrentados pelas meninas que engravidam durante a adolescência, o que não se limita só a isso, uma gravidez precoce pode trazer à uma jovem menina instabilidade emocional e financeira, acabando com sua juventude e a deixando sem rumo para a vida adulta. E uma pergunta complicada de ser respondida é: como acabar com isso?

Do dia um ao dia oito de fevereiro ocorre a semana nacional de prevenção da gravidez na adolescência, A data, instituída pela Lei nº 13.798/2.019, tem o objetivo de disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da incidência da gravidez na adolescência. Além disso, a semana presta serviços para jovens que já engravidaram, para que as gravidezes sejam seguras, sem riscos para a mãe nem para o bebê.

Para o sociólogo Durkheim, a educação teria como função substancial transmitir o legado sociocultural de um determinado contexto. No contexto debatido agora podemos interpretar a educação como a melhor ferramenta possível para reduzir este problema. É através dela que poderemos transmitir todos os riscos de uma gravidez tardia, informar às jovens como evitar essa “neurose” e que métodos contraceptivos são os mais seguros.

Educação sexual integrada e compreensiva faz parte da promoção do bem-estar de adolescentes e jovens ao realçar a importância do comportamento sexual responsável, o respeito pelo outro, a igualdade e equidade de gênero, assim como a proteção da gravidez inoportuna, a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, a defesa contra violência sexual incestuosa, bem como outras violências e abusos.

Dessa forma podemos concluir que a educação não só das meninas, é uma grande arma na prevenção da gravidez precoce, sendo o melhor método para a redução da incidência da mesma.