Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 14/06/2022
Atualmente, a tecnologia permite o acesso gratuito a qualquer tipo de conteúdo. Jovens que antes tinham pouca exposição à pornografia, hoje, com a quantidade de informação e pressão social de seus pares, acabam consumindo para provar a si mesmos e aos outros que não são crianças. A hipersexualidade tornou-se um problema crônico em nossa sociedade, pois as pessoas não descobrem a sexualidade pouco a pouco, mas são introduzidas de repente.
Seja por meio de músicas pedindo desculpas pelo sexo, seja por meio de conversas ou filmes que vendem pornografia – mesmo velada – os jovens despertam sua sexualidade de forma desordenada. A educação sexual não é um tema comum na escola, é um tabu na sociedade, por isso os pais também a evitam. Portanto, enquanto os adolescentes têm acesso a todo tipo de conteúdo, eles carecem de informação e conhecimento.
A onipotência típica da adolescência faz com que as pessoas tentem se afirmar e iniciar a vida sexual, muitas vezes mais cedo do que deveriam. Isso lhes dá uma falsa sensação de que eles estão totalmente crescidos e que cada relação sexual se torna um troféu na frente de outra pessoa. No entanto, são imprudentes e subestimam o uso do preservativo, por exemplo, ignorando contrair doenças sexualmente transmissíveis por acharem que a gravidez é o único problema em um relacionamento sem prevenção, pois conhecem a famosa pílula do dia seguinte.
Portanto, concluiu-se que para que os adolescentes tenham uma vida sexual saudável, as escolas devem proporcionar educação sexual múltipla e permitir que eles obtenham informações de fontes seguras. Os pais devem deixar de lado os tabus e conversar mais com os filhos para orientá-los.