Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 14/06/2022

No Brasil 68,4 bebês nascem de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde. Percebe-se que essas meninas não estão tendo acesso a informações de prevenções a gravidez e isto acarreta a elas complicações na vida adulta como: desemprego, doenças psicológicas e estudos não concluídos. No país a inclusão escola ainda não é 100% e os que não estão inseridos na estimativa são os mais vulneráveis como a região norte em que o IBGE classifica como subdesenvolvida. A escola é a fonte mais confiável para aprender e conhecer prevenções a gravidez e doenças transmissíveis como HIV, mas os ribeirinhos não tem acesso a essa informação pela falta de recursos em embarcações marítimas com isso a falta de conhecimento gera uma gravidez indesejada. Em segunda análise, essas adolescentes que provavelmente abandonaram os estudos buscarão ao mercado um trabalho, onde a chance de conseguir um emprego se torna menor pela baixa escolaridade. Consequentemente surge doenças como a depressão e ansiedade por falta de emprego, baixa escolaridade e família para sustentar. Geralmente estás mães buscam a rede de ensino EJA consiste em uma junção de matérias em que o aluno ou aluna estudará em um curto período. A educação ainda é a melhor forma de informar e concientizar a população. Professores e pais poderiam realizar palestras contendo panfletos e demostrações de prevenções ensinando aos jovens manusear os preservativos como camisinha e pílulas do dia seguinte

O governo se responsabilizaria pelo transporte marítimo garantido emprego e oportunidade de conhecimento aos adolescentes e assim teríamos um país com indivíduos escolarizados e crianças sendo geradas em tempo certo e sendo livres de abortos.