Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 21/09/2022

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da saúde, no Brasil,em 2015, cerca de 500 mil crianças nasceram de mães adolescentes com idades de 10 à 19 anos Além disso,é previsto que uma à cada cinco mulheres serem mães antes de terminarem a adolescência.Nesse contexto,é inegável o fato de a gravidez na adolescência decorrer da falta de educação sexual nas escolas e da associação a virgindade e o sexo serem considerados um “tabu” social. Portanto,é necessária a melhoria do cenário em questão.

A educação sexual no Brasil não é um assunto muito discutido,com isso muitas meninas não têm conhecimento sobre o próprio corpo, ciclo menstrual e as mudanças hormonais do período e principalmente sobre relações sexuais e as formas de proteção.E pela falta de informações corretas muitos jovens têm relações sexuais precocemente e na maioria das vezes sem a devida proteção para evitar uma gravidez indesejada na adolescência.

Além da falta de educação sexual,no mundo,o sexo ainda é considerado um “tabu"social.Com isso,muitos influenciados digitais,como Cátia desmaceno,fisioterapeuta especialista em sexualidade feminina e Marcela gowan, medica Ginecologista,buscam através de suas redes sociais,como Instagram e YouTube buscam abordar este assunto de forma leve e descontraída,com intuito de esclarecer as dúvidas e questionamentos da sociedade acerca do assunto,visando mostrar que é um assunto comum que deve estar incluso na vida das pessoas.

Portanto,como forma de solucionar a falta de informações sobre sexo,é necessário que o ministério da saúde, em conjunto com a mídia devem promover o esclarecimento formal e informal da sociedade brasileira acerca dos problemas da gravidez na adolescência por meio de transmissão,em horário nobre,e através das mídias sociais por meio de influenciadores digitais como forma de engajar o assunto para maior abrangência popular.Com objetivo de diminuir os índices de gravidez na adolescência.