Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/06/2024

A gravidez na adolescência ainda representa um número significativo no Brasil, essa traz consigo inúmeras preocupações que envolvem tanto a gestante quanto o bebê, como maiores chances de anemia, falta de afeto para com o bebê e entre outros. Além disso, acontece também a evasão escolar, o que é preocupante. Dessa maneira, é necessário uma medida para contribuir e mudar esse cenário.

A família têm papel fundamental nesse assunto para ajudar no esclarecimento de dúvidas, pois uma das principais causas que contribuem para a gravidez precoce é a desinformação, porque muitas meninas ainda na primeira menstruação não têm uma conscientização acerca do que está acontecendo ou de métodos contraceptivos. Além disso, outro fator crucial são os conflitos na família junto a baixa renda em que essa se encontra, levando a menina a abandonar os estudos e engravidar com o intuito de ter um projeto de vida.

Segundo dados do (Sinasc) “Por hora, são 44 bebês que nascem de mães adolescentes, sendo que dessas 44, duas têm idade entre 10 e 14 anos”, ou seja, ainda representa um número significativo. Em adição, as consequências são preocupantes porque abrangem abandono aos estudos, o que leva a jovem a não frequentar mais a escola, ou seja, evasão escolar, dificuldades para entrar no mercado de trabalho, saúde física e mental afetadas, como maior possibilidade de hipertensão, ansiedade, depressão muitas vezes causada por ser mãe solo ou por falta de apoio familiar, e para o bebê baixo peso ao nascer, malformação e entre outros. Ademais, tanto os pais quanto a escola representam um papel muito importante diante dessa situação que traz consigo consequências sérias e algumas de risco.

Portanto, pode-se perceber que é necessário uma solução para mudar esse cenário. O Ministério da Educação poderia promover dentro das escolas duas vezes ao mês, aulas que estariam relacionadas à educação sexual, as quais contariam também com palestras de especialistas na área da saúde, assim com o objetivo de alertar sobre a gravidez precoce e seus riscos. Além disso, as aulas não seriam obrigátorias e respeitariam a idade de cada aluno para que assim, possa se ter uma mehor conscientização sobre o assunto.