Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 12/06/2024

Muito se discute, nos últimos anos, sobre a gravidez indesejada na adolescência, que muitas vezes pode ser causada por diversos fatores, como desigualdade social e falta de informação. Esses fatores são responsáveis por acarretar esse problema principalmente na adolescência, onde muitos jovens não têm informações sobre o assunto.

A falta da educação sexual nas escolas é uma das pautas governamentais que não são aplicadas para a redução da gravidez na adolescência. Especialistas e a própria Unesco defendem que esse tema seja uma pauta importante nas salas de aula, e é crucial que o aprendizado seja aplicado em todas as escolas para que casos de gravidez diminuam.

Segundo dados do SUS, a cada hora nascem 44 bebês de mães adolescentes no Brasil, com idades entre 10 e 14 anos. A gravidez na adolescência pode causar sequelas tanto para a mãe quanto para o filho, como o aumento do risco de morte materna e infantil, risco de parto prematuro, depressão pós-parto e até a morte da mãe e do bebê.

A falta de políticas públicas para tentar reduzir a gravidez na adolescência é um dos principais fatores que levam muitas adolescentes a engravidar. A maioria dos casos ocorre em áreas mais pobres, evidenciando uma profunda desigualdade social e a ineficiência do Estado em tentar solucionar esses casos afetam muitas mulheres adolescentes.

Portanto, é essencial que o Estado, junto com o Ministério da Saúde, desenvolva políticas públicas para reduzir a incidência de gravidez na adolescência, Medidas como a adoção de educação sexual nas escolas são fundamentais para diminuir esses casos e além de propagandas e palestras para solucionar neste problema.