Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 10/06/2024

A série “Euphoria” retrata a vida de adolescentes que estão aproveitando a própria adolescência, entretanto, ao longo da trama, a personagem Cassie engravida aos 17 anos. Fora da ficção, o governo brasileiro luta contra um dos maiores problemas da nação: a gravidez na adolescência, visando a redução da problema. Porém, eventos adversos rompem com o desejo do governo, como a falta de diálogo familiar e também a falta de educação sexual nas escolas.

Em primeiro plano, é importante considerar que a falta de diálogo familiar é causa notória da questão. Conforme o filósofo Confúcio, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. Sob essa perspectiva, a ideia

sobredita se aplica à realidade nacional, uma vez que a falta de conversas familiares traz a desatenção dos pais em relação ao que os seus filhos fazem, “permitindo” que os mesmos realizem atividades escondidas ou sem a permissão dos responsáveis. Entretanto, em razão da ausência de interlocuções familiares, a problemática agravará, impossibilitando a resolução da mesma.

Nesse contexto, nota-se que a falta de educação sexual nas escolas é um dos fatores pelo qual o problema ainda perdura. Acerca disso, segundo o principal líder político da América do Sul, Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Dessa forma, a afirmativa de Mandela se encaixa na situação brasileira, uma vez que conversar e educar sexualmente os adolescentes não estimula a prática sexual precoce, e sim orientar os mesmos a cuidar de seu próprio corpo e usar métodos contraceptivos durante a relação. Portanto, não é razoável que, em um país que almeja desenvolvimento como o Brasil, a problemática seja recorrente.

Em suma, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Para isso, o Ministério da Educação- órgão que promove ensino de qualidade para o país- em parceria com o Ministério da Saúde, devem elaborar projetos sociais e educativos em lugares públicos, por meio de palestras com profissionais da saúde, a fim de mostrar métodos preventivos, conscientizar e alertar os adolescentes e seus responsáveis em relação à gravidez na adolescência. Somente assim, esse problema será erradicado no Brasil.