Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 15/06/2024

De acordo com a Constituição de 1988, todo indivíduo tem o direito à segurança e educação. Porém, nota-se que isso não é a realidade de todos, visto que muitas

mulheres acabam engravidando contra vontade própria na adolescência, seja por

exemplo pela falta de acesso à educação sexual ou por estupro. Resta, pois,

analisar o problema a partir do desnudamento de suas causas para propor

medidas capazes de reduzir o problema.

A princípio, grande parte das adolescentes não tiveram a oportunidade de ter o acesso à educação sexual. Perante isso, percebe-se que a falta de conhecimento acerca desse tema pode gerar gravidezes indesejadas, pois, segundo a UFPB, a falta de acesso à educação sexual afeta a autonomia de mulheres e adolescentes.

Ademais, destaca-se também casos de gravidez na adolescência por conta de estupros, pois, segundo dados do Portal Agência Brasil, um em cada sete bebês é filho de mãe adolescente. Além disso, por conta da gravidez não desejada, é notório consequências físicas, psicológicas, socioeconômicas e para o bebê. Por conseguinte, devido a todas as implicações que a gravidez precoce pode provocar, esse tipo de gestação é considerado uma gravidez de alto risco.

Logo, para que haja uma solução, cabe ao Ministério da Educação realizar uma reforma no sistema educacional, visando a implementação de profissionais capacitados no que concerne à educação sexual e cabe também ao Ministério da Segurança aumentar a segurança dos adolescentes, como a implementação de postos de polícia em lugares estratégicos e auxílio online, por meio da anuência do presidente, com a finalidade de reduzir os casos de gravidez na adolescência e, consequentemente, extingui-los.