Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 10/06/2024

A redução da gravidez na adolescência é um tema de grande relevância para a sociedade, pois afeta não apenas a saúde e o bem-estar das jovens, mas também a economia e o desenvolvimento do país. Dessa forma, a falta de ações governamentais influenciam grande parte desse assunto, com a ausência da educação sexual e a falta de inclusão social, por exemplo.

Em primeira análise, a ficção “Kids”, de 1995, retrata uma adolescência conturbada entre um grupo de jovens, ocorrendo o envolvimento de dois personagens e ocasionando uma gravidez indesejada, devido a falta de conhecimento da adolescente para uma prática sexual segura. Sendo assim, fora da narrativa, essa é a realidade de muitas jovens, graças a ausência de educação sexual nas escolas e uma orientação dentro de casa, se tornando muitas vezes um tabu.

Em segunda análise, de acordo com o jornal Globo, no Brasil, cerca de 11 milhões de mulheres criam seus filhos por conta própria, sendo 28% desse total, jovens entre seus 15 a 19 anos, sendo muitas vezes, uma gravidez desenvolvida a partir da ausência de educação e acesso a saneamento básico, como acompanhamento médico e contraceptivos. Dessa maneira, a falta de oportunidades educacionais e econômicas são alguns dos motivos que levam as jovens a se tornarem mães durante sua juventude.

Portanto, diante do que foi apresentado, a redução da gravidez na adolescência é um tema complexo, sendo desencadeado muitas vezes graças a negligência governamental. Com isso, é necessária a ajuda de políticas públicas, como prefeitos, para a implementação de educação sexual e reprodutiva nas grades escolares, abordando temas como a prevenção de doenças, contracepção e gestação, gerando então, conhecimento entre os jovens e diminuindo os casos de gravidez e, através de governadores, a criação de programas de apoio a jovens mães, incluindo apoio emocional, educacional e econômico, dando suporte a essas adolescentes para uma criação saudável e uma vida estável, gerando mães conscientes e com autoridade, preparadas para os desafios de uma gestação e o início de um novo ciclo.