Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/06/2024
No filme “O Amor de um Pai” é retratado um jovem casal vivendo sua adolescência quando são deparados com a notícia de que serão país. Após essa situação, a mulher abandona seu namorado e filho, assim, o jovem rapaz tem que aprender ser um pai enquanto ainda vive sua adolescência. Essa situação é tangente a realidade, de forma que muitos jovens não recebem a educação sexual correta nas escola, além de que as leis governamentais não oferecem qualquer tipo de apoio a mulheres gravidas na adolescência.
Em primeira análise, pode-se observar que não há qualquer apoio ou incentivo dos governos quando o assunto é sobre educação sexual. Isso é notável a partir do momento que não há qualquer tipo de pesquisa sobre esse assunto em plataformas governamentais, assim, mostrando que os governos no geral não fazem questão de concientizar e ensinar a população sobre tal pauta. Dessa forma, casos de gravidez na adolescência continuam tendo crescimento exponencial no Brasil.
Em segunda análise, também é perceptível que no Brasil, não há leis que apoiem as mulheres em casos de gravidez na adolescência. Dito isso, a matéria do site “agenciabrasil”, conta sobre um rapaz que abusou e engravidou uma criança de 12 anos e conseguiu ser absolvido pelo STJ, em que os ministros afirmam que esse caso foi uma excessão. Essa situação mostra que mesmo existindo ferramentas para auxilio de jovens mulheres, elas acabam não sendo utilizadas, gerando casos onde o governo vai contra suas próprias leis em prol do acusado.
Portanto, é possível observar que no Brasil, não há a minima valorização da educação sexual nas escolas e criação de leis que auxiliam mulheres que engravidam na adolescência. Para que problemas como esses citados sejam resolvidos, o governo deve iniciar uma nova postura em relação aos temas de gravidez enquanto ainda não é adulto, ele deve começar a propagar conteúdos que expliquem e concientizem a população sobre relações sexuais e suas preocauções, por meio de redes sociais que levem diretamente a sua plataforma, para que assim, eles consigam todo tipo de apoio, além de novas leis que apoie mulheres em casos de gravidez precoce.