Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 12/06/2024
É de senso comum que a gravidez na adolescência tem-se tornado algo frequente entre as famílias de todo o mundo; isto, porém, é um grande reflexo da ignorância na sociedade sobre a educação e saúde sexual básica.
Por certo, a desinformação sobre sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos é o principal motivo para a gravidez na adolescência atualmente. Segundo o IBGE, em 2010, é comprovado que a maternidade ocorre mais cedo em mulheres com me-
nor grau de instrução, já em 2009 meninas de 15 a 19 anos, com até sete anos de escolaridade, representavam 20% das gestantes.
Ademais, sabe-se que independentemente de ser ou não desejada, a gravidez precoce possui seus impactos, como, elevar o risco de morte da mãe e seu bebê, acarretar também riscos de prematuridade, anemia, aborto espontâneo, depreção pós-parto, entre outros. Além disso os adolescentes desenvolvem maior responsa- bilidade em sua vida, como mostra na novela “malhação”, em questão, a persona-
gem Cristal descobre que está grávida, e isso muda completamente os rumos de sua história, ainda assim reformula seus projetos e retoma os estudos apesar da
dificuldade.
Portanto, cabe aos Ministérios da saúde e da educação implementar mais conhe-
cimento sexual nos adolescentes, reforçando o uso de preservativos e métodos anticoncepcionais, como também intensificar a questão da responsabilidade necessária para sustentar uma gravidez na adolescência, além de informações suficientes para um planejamento reprodutivo saudável, disponibilizando estes para todas as classes sociais.