Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 02/06/2025
A gravidez na adolescência no Brasil.
Um problema de saúde pública que apesar da redução dos casos nos últimos anos, segundo o Governo Brasileiro os números continuam altos nas áreas mais vulneráveis do país, estando ligado principalmente à falta de educação sexual, e à dificuldade de acesso a métodos contraceptivos, prejudicando a jovem mãe e até mesmo o bebê que pode correr riscos, como, prematuridade, sendo relevante discutir sobre o tema e quais ações podem ser tomadas para diminuir o problema.
Em primeira análise, a falta de educação sexual é essencial para o entendimento do aumento, já que muitos adolescentes começam a vida sexual sem o conhecimento necessário, o que os torna mais vulneráveis a uma gestação precoce. A Ginecologista paraibana Wanicleide Leite, argumenta que “A importância da educação sexual é exatamente permitir que a criança saiba se proteger, saber dizer não a certas questões”, ou seja, sem a educação sexual adequada os adolescentes ficam vulneráveis, mas com ela aprendem a se prevenir da gravidez precose.
Em segunda análise, segundo dados do Ministério da Saúde, 66% das gestações entre adolescentes são indesejáveis, demonstrando que a dificuldade de acesso a métodos contraceptivos prejudica tanto quanto a falta de educação sexual, porque contribuí para a gravidez não planejada colocando a mãe e o bebê em risco de morte materno ou prematuridade infantil, apesar de alguns adolescentes usarem os métodos outros não possuem total conhecimento, refletindo o problema.
Deste modo, torna-se necessário a discussão do tema e ações que possam ajudar a diminuir o problema no país. Cabendo ao Governo Estadual com o Ministério da Educação, implementar programas de educação sexual nas escolas, visando fornecer informações claras e completas sobre sexualidade, saúde reprodutiva, métodos contraceptivos, além de garantir o acesso a métodos contraceptivos de forma gratuita e acessível com fiscalização, por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS), assim assegurando a melhora da prevenção da gravidez na Adolescência.