Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?
Enviada em 29/10/2019
Com a ciência e a tecnologia é possível hidratar Israel, onde o solo e o clima não contribuem com a reserva de água como as matas ciliares brasileiras. Já que, as maiores produtoras tecnológicas do Brasil, as Universidades Públicas, são alvo de contingenciamentos e críticas do governo atual, constantemente. O problema está sendo ignorado, pois os recursos hídricos estão sofrendo com o assoreamento, o desmatamento e sendo largamente usados pelos agricultores, já que são o setor que mais usa-os. Além disso, o tratamento da água é designado somente à metade da população, segundo a Globo News. Portanto, a crise hídrica decorre de uma negligência dos gestores públicos ao não investir fortemente na limpeza e posterior reutilização desse objeto de consumo, que contribui diretamente para a economia e que obviamente não deve faltar nas residências brasileiras.
Em primeiro lugar, é inaceitável que as autoridades não tomem medidas concretas em relação ao desmatamento na Amazônia. Visto que esta é a maior floresta equatorial do mundo e a responsável por formar massas de ar úmidas que seguem em direção do sudeste brasileiro onde localiza-se a cidade mais habitada do Brasil. Essa formação ocorre através da densa massa vegetal que envolve-se no fenômeno da evapotranspiração, ou seja, devolve bastante água para a atmosfera, conforme os princípios geográficos indicam.
Posteriormente, é válido ressaltar que o saneamento básico, proporcionador da limpeza e retorno da água para a população, deve ser entendido como investimento nas pessoas que vivem da agricultura e pecuária de subsistência e que sofrem com a estiagem prolongada, por localizarem-se na extensão territorial que compreende a caatinga. Além disso, 60% da água utilizada na irrigação é desperdiçada, como consta a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), esse fato não significa que deve haver a interrupção dessas atividades supracitadas, mas sim a obrigação da utilização das tecnologias presentes na realização delas. Tendo em vista, que há a combinação da diminuição das chuvas e que a água doce, a disponível, pode sim entrar em escassez.
Por fim, deve-se encontrar medidas que atenuem as consequências causadas por estes problemas. Uma delas é tornar crime inafiançável, através do ativismo pelas ONG´s ambientais, desmatar a região Amazônica, e as matas ciliares de todo o Brasil, já que estas impedem o assoreamento e o secamento de muitos reservatórios hídricos. A outra é a criação de uma lei que puna os agricultores que desperdiçarem mais de 40% na irrigação, a qual deve ser redigida pelos deputados federais, a fim de impedir nos crises de falta de água. Dessa forma, tal problemática pode, se houver uma correção rápida, não deixar que a população sofra com os baixos níveis dos reservatórios outra vez.