Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?
Enviada em 29/08/2019
A discussão acerca da atual crise hídrica no Brasil deve ser constante em nossa sociedade. O desperdício no uso da água por parte da população e a ganância e negligência do setor empresarial são agravantes desta problemática. Destarte, é fundamental que medidas sejam tomadas para com o combate á crescente e preocupante crise hídrica nacional.
Em priori, cabe abordar o desperdício causado pela população urbana em seu dia a dia. Diante desta ocorrência, nota-se uma educação que não prepara o indivíduo para com o mundo imerso em consciência hídrica. Nessa perspectiva, apesar de pequenas fases da escola que lhe dão projetos naturalistas durante sua trajetória, o indivíduo não é preparado para aplicar tais em seu plano do dia conforme seu crescimento, oque pode ser um impulso para o agravamento da escassez. Desse modo, se abre margem para que a educação de desperdício não seja passada geracionalmente visando o futuro e a empatia com os problemas de água no mundo.
Apesar, outro fator que vale salientar, é a ganância junto à negligência dos empresários que utilizam os recursos da água. Nessa perspectiva, o livro “O Cortiço”, mostra o saneamento sendo mal apresentado para a população pobre, por ocorrer constantes alagamentos. Não obstante da realidade, tais fatos ocorrem pelo fornecimento para alguns ser feito sem visar os limites do local pela ganância da construção de hidroelétricas, e para outros totalmente precário, como o livro ‘Vidas Secas". Também, a quebra com a filosofia Kantiana, que a pessoa deve ser um fim em sim mesmo e não um meio de conseguir alcançar interesses particulares, articulando o abuso por lucro dos empresários sem a preocupação com o desperdício das hidroelétricas e consequências para as populações ribeiras.
Torna-se evidente, portanto, a necessidade de aplicação da prática sobre oque aprendemos com a crise hídrica brasileira. Assim, cabe ao Executivo, por meio do Ministério do Meio Ambiente, responsável pela valorização dos serviços ambientas, e o Ministério da Tecnologia, responsável pelo desenvolvimento sustentável, formarem leis e parecerias de fiscalização e punição para uma maior coordenação dos recursos hídricos. Mediante a educação presente pelos pais e escolas, impulsionando uma maior consciência geral dos indivíduos e suas lições para com o meio ambiente futuro, objetivando uma conscientização tanto os futuros cidadãos, quanto empresários não gananciosos. Pra que a crise não continue a afetar somente populações escassas e sem saneamento básico ribeiras, condições de receber uma água boa para o consumo, constituindo uma maior igualdade distributiva hídrica e, consciência populacional com o desperdício, também a não procura somente do lucro e sim um bem estar igual para todos.