Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?

Enviada em 12/05/2020

Durante o século XVl, com a chegada oficial da colonização portuguesa no Brasil, com a finalidade de povoar e de militar a exploração de recursos naturais. Entretanto, cultivou-se ao longo dos anos a ideia de que essas fontes biodegradáveis  seriam inacabáveis como água, fauna, etc. Conforme os dados mencionados pelo site de notícia G1, os níveis dos reservatórios brasileiros teriam diminuído no decorrer do tempo. Isso se evidencia não só pela falta de políticas públicas, mas também pelos agravantes socioambientais. Portanto, são ncessárias ações governamentais e midiáticas que amenizem essas problemáticas.

Em primeiro lugar, torna-se evidente os fatores emergentes responsáveis pelo decréscimo nas fontes hídricas, tendo em vista os relatórios noticiados, por meio do Ministério do Meio Ambiente ( MMA ), tais como aumento desenfreado no consumo, além  do desperdício de água que cresce na mesma proporção. Contudo, a falta de políticas públicas tem contribuído para essas problemáticas sociais mencionadas. Correlativo a esse fato, é de suma importância observar a perspectiva do social democrata Ferdinand Lassale, segundo o político, é dever do estado garantir reformas econômicas e sociais.

Em segundo lugar, o livro " Capitalismo e colapso ambiental " retrata sobre o caos socioambiental na qual a sociedade está imersa, de tal maneira que busca proporcionar reflexões acerca dos problemas ambientais instaurados em sociedade. De maneira análoga, as degradações ambientais ocorridas próximas aos reservatórios como a poluição das fontes hídricas, o desmatamento entorno das represas, tais medidas têm comprometido a qualidade desse recurso natural, por conseguinte, o consumo torna-se inviável.

Dessa maneira, faz-se necessário que o Ministério do Meio Ambiente ( MMA ) em concomitância  com os meios midiáticos promovam medidas que viabilizasse a preservação da água, por meio ações socioeducativas, além de medidas punitivas para os indivíduos que desrespeitar o limite de consumo pré-estabelecido, com objetivo de garantir o acesso e o abastecimento. Ademais, os orgãos fiscalizadores em parceria com os governos estaduais deveriam adotar planos estratégicos para amenizar os índices dos impactos ambientais, por intermédio da fiscalização, do aumento no número de agentes, além de ações punitivas contra os agressores, com o pressuposto de garantir a integridade física dos reservatórios.