Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?

Enviada em 18/05/2020

No Brasil comteporâneo, a má gestão dos recursos hídricos constitui um problema gravíssimo.Isso se deve,sobretudo,ao constante desperdício humano e às ineficientes ações preventivas do poder público.Desse modo, a sociedade brasileira corre sério risco de sofrer novamente um colapso hídrico sem precedentes,com impactos catastróficos, caso não se mobilize.

Nesse interim, a mentalidade do desperdício da sociedade comteporânea ocorre devido a carência de conscientização populacional que,em sua maioria, não efetuam técnicas para poupar o elemento mais precioso do mundo e,consequentemente, colocam em risco os preciosos rios e os aquíferos brasileiros.Logo, é fulcral a mudança da mentalidade do desperdício afim de preservar os recursos naturais.

Outrossim, a obra literária “Vidas Secas” de Graciliano Ramos descreve a grave realidade hidríca e as consequências da seca no Nordeste brasileiro.De fato,o constante desperdício e a má gestão da água propiciam o risco à manutenção da vida no planeta,visto que, o elemento básico de todos os seres vivos é a água logo, sem a presença desse não há vida.Dessa forma, torna-se mister a aplicação de medidas para combater o despedício com o fito de assegurar a manutenção da vida no planeta.

Urge,portanto, o desenvolvimento de medidas afim de combater a problemática no âmbito nacional.Para tanto, o Ministério do Desenvolvimento Regional,por intermédio da Agência Nacional das Águas, deve implementar um sistema administrativo mais eficiente-possibilitado pela criação de centros de pesquisas que desenvolvam métodos para preservar a água-assegurando o fornecimento desse recurso à todos os indivíduos no País.Ademais, é imprescindível a conscientização da população no que tange à mentalidade do desperdício mediante a circulação de cartilhas digitais que evidenciem a relevância da água para a manutenção da vida e,ainda, deve-se fiscalizar e multar os indivíduos que não preservarem a água.Em suma,espera-se extinguir as crises hídricas com o fito de reverter o cenário descrito em “Vidas Secas”.