Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?
Enviada em 17/10/2020
O documentário " Lei da Água " demonstra a óbice no setor hídrico brasileiro na grandes cidades, as quais, inseridas a falta de consciência humana na sociedade. Na narrativa, evidencia-se os problemas que desde da colônia portuguesa é registrado no país, que promove hodiernamente. Na qual, à destruição em massa das florestas, com desmatamento provocando a diminuição de chuvas no suporte dos reservatórios, na qual, o governo federal, tanto quanto, a sociedade não se impõe em preservar o meio ambiente.
Em primeiro plano, destaca-se o governo na falta de preservação na flora brasileira. Entretanto, essa precariedade dentro da nação, torna-se um lastro no clima, com a grande devastação na floresta Amazônica. Na qual, no ano de 2019, o desmatamento chegou à 32%. Além disso, o setor hídrico das grandes cidades não suporta bastante tempo, com a falta de reposição da pequena taxa de pluviometria. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável em garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Portanto, autoridades entre em ação para delimitar essa problemática na sociedade.
Dessa forma, a ausência da consciência da população agrava essa dificuldade sofrida por todos. Ademais, boa parte da cidadania não se provém para diminuir o gasto d´água no país, por dia, é consumido 68% a mais do quê é recomendado, como também, são contaminados vários lençois freaticos diminuindo o uso da substância essencial para a vida. Logo, projetos elaborados por órgãos autênticos seja solucionados para melhoria das espécies.
Assim, medidas cabíveis é necessárias para impedir esse problemática. Em que o pensador Thomas Fuller já dizia, enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água. Portanto, não só Ministério do Meio Ambiente, mas também a sociedade se conscientize nesse aspecto. Crie projetos voltados a escolaridades desde da infância, tornando pensamento mais amplo e futuro, elabore palestras televisionadas para interferir nessa óbice.