Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?
Enviada em 25/11/2020
O brasil, em seu contexto, é um país com proporções continentais, e que possuem grande quantidade de rios. Todavia, há questões bastante problemáticas, como a crise hídrica. Isso se deve, sobretudo, a falta de conscientização da sociedade sobre as consequências da crise e das péssimas políticas públicas ao longo do tempo.
Nessa perspectiva, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e esse resultado é refletido na falta de criticidade dos cidadãos sobre os problemas vigentes na sociedade. Segundo Paulo Ursaia, a ignorância pela falta de informação é uma faca que fere a essência da conscientização do homem. Tal situação tem mantido a falta de protagonismo do poder público diante da crise hídrica por décadas.
Ademais, vale salientar que a gestão pública é um dos impulsionadores do problema. Pois, a falta de planeamento com a vinda das mudanças climática no planeta, tem agravado essa problemática que era para ter sido resolvida no passado com urgencia. E com a falta de fiscalização diante do desmatamento, tratam os recursos como eternos.
Portanto, medidas devem ser tomadas em prol da superação da crise hídrica. Para tanto, o Governo deve estimular um maior interesse na política, evitando a alienação dos cidadãos. De igual modo, as escolas e as universidades devem combater o desperdício da agua, por meio de ensino de atitudes cidadãs e do incentivo á solidariedade, com o auxílio de psicólogos e de educadores, para que se evite a falta de interesse as reivindicações da sociedade diante dos recursos tão importantes como a hídrica. Dessa forma, o aspecto sórdido exposto por Paulo Ursaia poderá ser amenizado.