Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?

Enviada em 13/01/2021

A Constituição Federal 1988, principal instrumento jurídico do país, promove o direito a igualdade e ao bem estar social. Entretanto, no Brsil, a a questão da crise hídrica vem crescendo e enfrenta dificuldade para ser aprimora. Desse modo, dois aspectos devem ser considerados para esse impasse, como a falta de gestão por parte do Estado, e como também ao consumo exagerado desse recurso.

Em primeira instância, entende-se a importância de políticas públicas no que diz respeito a crise hídrica no Brasil. Segundos dados do IBGE, quando comparado com outros países como França. Alemanha e Inglaterra, o Brasil possue o maior índice de disperdício de água, o que explicta a urgência de ações públicas para o combate desse disperdício, que por falta de informação e incentivo acaba se tornando um problema decorrente na sociedade.

Outrossim, vale ressaltar a aunsência de medidas governamentais para a solução do problema. No sentido que, cada vez mais o uso da água vem se tornando mais exgerado, devido a falta de conciência ecológica de parte da população, que acabam contribuindo para persistência dessa crise hídrica vigente. Segundo ideias do filósofo contratualista Jonh Locke configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpri com seu dever.

Portanto, são necessárias medidas que alterem esse cenário atual no Brasil. É de suma importância que o Governo, por meio de parcerias com empresas de comunicação, invista em propagadas e projetos, com objetivo de informar e incentivar a população ao uso consciente da água. Somente assim, viveremos em um país mais justo, igualitário e constitucional.