Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?

Enviada em 15/01/2021

A Constituição Federal de 1988, principal instrumento jurídico do país, promove o direito a igualdade, informação e ao bem-estar socail. Entretento, no brasil, a questão da atual crise hídrica vem crescendo e enfrenta grande dificuldade para ser aprimorada. Desse modo, dois aspectos devem ser considerados para esse impasse, como a falta de gestão por parte do Estado, e como também ao consumo exagerado desse recurso.

Em primeira instância, entende-se a importância de políticas públicas em relação a crise hídrica no Brasil. Segundo dados do IBGE, quando comparado com outros países como França, Inglaterra e Alemanha, o Brasil é o que possui o maior índice de disperdício, o que explicta a urgência de ações públicas para a diminuição desse problema, que por falta de trasparência do Estado se torna decorrente na sociedade.

Outrossim, vale ressaltar a ausência de medidas governamentais para a solução do problema. No sentido que, cada vez mais o uso da água vem se tornando mais exagerado, devido a ausência de consiência ecólogica de parte da sociedade, que por não ter acesso a informação e incetivo do Estado, acabam contribuindo para o desperdício desse recurso. Segundo ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpri com seu dever.

Portanto, são necessárias medidas que alterem esse cenário hídrico no Brasil. É de suma importância que o Governo, por meio de parcerias com empresas comunicação, inivista em propagadas e projetos, como campanhas nas mídias televisivas, com objetivo de alertar e incetivar a população do uso conciênciente da água. Somente assim, viveremos em um país mais justo, igualitário e constitucional.