Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?

Enviada em 10/07/2022

O seriado televisivo da Netflix, “The Walking Dead”, composto por personagens que estavam tentando sobreviver na Terra dominada por zumbis. No 10º episódio da 5ª temporada, os personagens apresentavam sintomas de desidratação e, então, foi iniciada uma busca constante por água potável em um mundo apocalíptico, sem ordem. De maneira análoga a isso, o que aprendemos com as crises hídricas no Brasil?. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de planejamento hídrico e o mal uso da água pela população.

Com isso, é evidente a falta de planejamento hídrico no Brasil. Sob essa ótica, conforme a Unifal-MG, o Brasil está vivendo uma crise hídrica pela ausência de planejamento estratégico que inclui o desmatamento e o crescimento urbano desordenado no país, que desencadeou a seca e prejuízo nas hidrelétricas. Dessa forma, é visível que o descaso do poder administrativo tenha causado tal desordem e impacto ambiental que está assolando o Brasil.

Outrossim, é imprescindível destacar o mal uso da água pela população brasileira. Desse modo, parafraseando Simone Bezerra da Silva, “precisamos plantar mais e colher menos”. Consoante a citação da autora, é necessária a redução do consumo e a aplicação de um dispêndio consciente, sem excessos para que, por intermédio disso, haverá a redução dos impactos da crise.

Depreende-se, portanto, a adoção de medida que venham conter a crise hídrica presente hodiernamente no país. Dessa maneira, cabe ao Ministério do Meio Ambiente intervir multando rigorosamente atos humanos que possam causar impactos hídricos negativos como a eutrofização, que é a poluição e a perda do oxigênio do corpo hídrico. Também, cabe ao Ministério da Educação, por meio das mídias, conscientizar o uso adequado da água - a fim da busca por uma população que preze pela sustentabilidade da flora brasileira. Somente assim, tornar-se-á possível alcançar a harmonia entre meio ambiente e homem sem que haja prejuízo abundante.