Água: aprenderemos com a atual crise hídrica?

Enviada em 10/11/2022

A Carta Magna assegura a todos os indivíduos o direito à saúde, ao bem estar social e às fontes hídricas. Entretanto, nota-se que muitos cidadãos não usufruem dos direitos básicos de vida como os recursos hídricos. Vários fatores corroboram para essa problemática, por exemplo, a população dos rios e a falta de abastecimento.

Diante desse cenário, percebe-se que a poluição dos rios e lençóis freáticos impedem que chegue aos lares água tratada e dificulta o saneamento básico. Segundo Thomas Hobbes, o Estado deve coibir os males da sociedade. Assim sendo, a poluição das fontes hídricas deverá solucionada, pois, poderá acarretar sérias consequências à população como o acometimento de diversas doenças. A ausência de um sistema hídrico eficiente potencializa para a sociedade se torne vulnerável e retardo na qualidade de vida.

Ademais, vale ressaltar que a falta de abastecimento hídrico é um entrave na nação brasileira. Nesse sentido, John Locke afirma que o Estado deve garantir os direitos imprescindíveis aos cidadãos. Com isso, verifica-se a importância das autoridades competentes na fiscalização e garantia dos recursos hídricos à sociedade. No Brasil, por exemplo, devido ao desmatamento, uso inadequado das fontes de abastecimento, construção de poços artesianos clandestinos favorecem para a escassez das fontes de água.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar essa problemática. Logo, cabe ao Estado brasileiro em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, elaborar projetos voltados ao abastecimento e saneamento básico com o intuito de melhorar a qualidade de vida. Pode-se, por meio da Copasa, fornecer todos os recursos disponíveis para que chegue água tratada e esgotamento adequado para a população. Dessa forma, a sociedade usufruirá dos direitos elencados na Constituição Cidadã.