Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 04/10/2019

Estabelecida pela ONU em 1948 a, Declaração Universal dos Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à liberdade. Entretanto, o prejulgamento sofrido pelas mulheres ao alimentarem seus filhos em públicos interfere diretamente na garantia desse direito. Desse ponto de vista, a falta de respeito, tanto pela mulher quanto pelo bebê, impossibilita  que ambos sejam, efetivamente, livres na sociedade.

Além disso, a educação é um dos fatores principais para o desenvolvimento de um País. Hoje em dia, sendo a oitava maior economia mundial de acordo com a Funag, seria coerente acreditar que o Brasil possui educação, respeito e empatia pelas mães e recém-nascidos. Apesar disso a realidade é justamente o oposto e o resultado é refletido nas mães que sofreram preconceitos. Segundo a Vvale, site de notícias, 47% das mulheres já sofreram preconceitos  ao amamentar em público. Diante de tal informação, é alarmante viver em uma nação onde não se tem consideração com situações comuns.

Logo, pode-se ainda, destacar a falta de punições e leis como agravador para as mulheres passarem por situações indesejáveis. De acordo com Paulo Freire, filósofo brasileiro, " Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda". Nesse contexto, nota-se que há a necessidade de melhorar a estrutura de ensino, tanto dentro das escolas quanto das famílias, para que todos tenham consciência de como agir e tratar as outras pessoas.

Desse modo, portanto, é inadiável que o governo crie uma lei chamada " O bebê é prioridade, respeite-o", que trará multas e prisões para qualquer pessoa que aja de forma imprópria contra uma mãe enquanto amamenta, fazendo com que as famílias eduquem seus filhos, para que eles futuramente não sejam punidos. De tal forma, será possível aumentar a liberdade que a mulher tem de alimentar seu bebê em um local público.