Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 04/10/2019
O primeiro banco de leite foi inaugurado em 1943, pela fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ),com o intuito de estocar banco de leite humano pasteurizado e suprir as necessidades dos prematuros com baixo peso, pertubações nutricionais e alergia a proteínas. Nesse sentido, é notório o quanto o leite materno é de em suma importância para o bebê, pois, é o único alimento mias nutritivo do mundo.
Conquanto, a OMS (Organização Mundial da Saúde) preconiza que até o sexto mês de vida, o bebê deve ser alimentado exclusivamente do leite materno, sem necessidade de complementos, água, chás ou outros tipos de introdução alimentar. Entretanto, vale ressaltar, que o leite exclusivo da mãe proporciona diversos benefícios para o lactante, protegendo-o contra diversas doenças, ajuda no sistema imunológico criando anticorpos para a criança que servirá para o resto da vida. Contudo, o ECA (Estatuto da criança e do adolescente) também preconiza no seu 9º artigo que as mães têm o direito de amamentar os seus filhos com total liberdade livre de preconceitos, mas sim com condições propícias.
Ainda que, vale citar que muitas nutrizes se deparam em um momento desafiador, quando o assunto é amamentar, pois muitas se sentem inseguras e incapazes devido os processos da amamentação, como por exemplo; dores durante as mamadas, fissuras devido a pega incorreta, mamas ingurgitadas por causa da produção de leite, logo, perante a diversos problemas, ocorre o desmame precoce, na qual a nutriz abre mão de amamentar e oferecer fórmulas ou outros alimentos inadequados que não trará nenhum beneficio para o bebê.
Dessa maneira, primeiramente cabe o governo fazer com que todas as pessoas tenham acesso a informações sobre os benefícios do aleitamento materno e que é um direito da criança ser alimentado corretamente. A mídia apresentar informações apelativas e referencias de que todas as mães têm o direito de amamentar os seus filhos tanto em casa, como no trabalho, nas ruas, ou seja livres de descriminação ou julgamentos. Cabe também a gestão de saúde, implantar cursos qualificantes sobre o aleitamento materno nos hospitais para os profissionais de saúde, para que os tais possam oferecer um atendimento humanizado e eficiente tanto para as nutrizes que se encontram com dificuldade na amamentação para que as tais não venham desistir, e apoiar também aquelas mães que tem os seus filhos internados na UTIN (Unidade de Terapia Intensiva Neonatal) a importância do leite materno ensinando- as que mesmo seus filhos internados é possível oferecer o seu próprio leite. As ONG’s criar campanhas sobre doação de leite materno, fazendo com que a sociedade se conscientize da transcendência do leite humano pasteurizado, podendo assim salvar milhares de criança que tanto precisa desse alimento crucial.