Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 22/10/2019

De acordo a com a Organização Mundial da Saúde, o leite materno é o alimento mais completo para os recém-nascidos até, pelo ao menos os 6 meses de idade. Entretanto, apesar de tal importância a realidade contemporânea evidência um baixo índice de amamentação no Brasil. Com isso, a influência do preconceito bem como, a falta de informação adequada frente a tal problemática corroboram para a manutenção da mesma.

A princípio, é essencial ressaltar os efeitos do machismo para o dilema da falta de amamentação. Segundo o sociólogo Émile Durkheim, o fato social é uma maneira de agir e de pensar dotada da generalidade, coercitividade e exterioridade. Dessa maneira, por haver a vulgarização do corpo feminino na sociedade, as mulheres são altamente julgadas por amamentarem em locais públicos. Nisso, observa-se como  os tabus e os comportamentos sociais, restringe os recém-nascidos de uma alimentação de qualidade.

Outrossim, é pertinente analisar como a desinformação alavanca o impasse. Conforme o filósofo inglês Francis Bacon, o conhecimento é a  maneira mais plausível de poder. De forma a análoga a esse pensamento, nota-se que muitas mães privam seus bebês de receberem a amamentação por não, terem contato com as informações adequadas a respeito da importância e da necessidade, como a subnutrição em caso de consumirem algo inadequado a idade.

Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes no entrave abordado. Posto isso, urge do Ministério da Saúde, por meio midiático e de agente de saúde nas Unidades Básica de saúde (UBS), realizar campanhas com linguagem clara e objetiva sobe a importância do leite materno e do respeito que deve existir as mães que precisarem amamentar seus filhos em público. Assim, essa prática vai tornar-se rotineira nos locais públicos e o preconceito será reduzido.