Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 24/10/2019

No contexto social brasileiro, o século XXI, ainda possui baixos índices de recém nascidos o que faz do leite materno sua única fonte de alimentação. Isto é, o leite materno apresenta diversos benefícios para alimentação saudável da criança, no entanto, a falta de estímulos para amamentação e de orientação é a maior entrave para o aleitamento.

Em primeira análise, o leite é fundamental para o crescimento e desenvolvimento da criança. Desse modo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) Alerta que apenas 39% dos bebês brasileiros de até cinco meses de idade são alimentados exclusivamente com leite materno, segundo jornal USP, pois a falta de estação e o machismo de grande parte da população como a vergonha de alimento em locais públicos contribuem para os baixos índices de amamentação até os 6 meses de vida. Assim, percebe-se que se não mudarem os conceitos do aleitamento nos primeiros seis meses de vida, poderá causar danos irreparáveis a saúde da criança.

Em segunda análise, o aleitamento é um direito biologicamente determinado. A exemplo, o professor Simon ressalta a falta de estímulos para amamentação e considera um absurdo condenar a prática em locais públicos, uma vez que se trata de uma atividade natural do desenvolvimento humano informação dada ao site de notícia Jornal da USP, na qual leite como primeiro alimento contém substâncias necessárias para o atender as necessidades nutricionais, imunológica e racionais para o bebê. Dito isso, nota-se que quando Martin Luther King diz " toda hora é hora de fazer o certo", reflete que não existe a hora de fazer com que mude os pensamentos e a qualquer momento se for em tá dando certo, poderá reverter danos futuros.

Fica claro, portanto a necessidade de medidas para mitigar os impactos aleitamento materno no país. Logo, cabe ao governo junto com o ministério da saúde por meio de campanhas e palestras mostrar os benefícios do leite materno e a importância dele no 6 seis primeiros meses de vida. Além disso, é necessário que a saúde pública junto com psicólogos oriente as mulheres a diminuir os constrangimentos ao alimentar em locais públicos a fim de minimizar o preconceito vivido por elas. Somente assim, o Brasil conseguirá superar os desafios e orientar a população da importância do aleitamento para o crescimento saudável da criança.