Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 16/11/2019

Sobre a perspectiva filosófica de Jesus Cristo, o homem deve colocar-se no lugar do próximo afim de exercer atividades caridosas e, com isso, gerar uma conscientização social. No entanto, percebe-se que no Brasil há uma grande carência no que tange conseguir recursos de voluntários para sanar as necessidades que atingem os vuneráveis. Nesse contexto, torna-se evidente que este é um problema de cunho pessoal, relativo à uma base educacional perante o prazer do indivíduo de praticar o bem.

O filósofo italiano Noberto Bobbio afirma que a dignidade humana é uma qualidade intrísica ao homem, capaz de lhe dar direito ao respeito e á consideração por parte do Estado. Nessa lógica, é notável que os aleitamentos maternos não estão sendo visados pelo poder público como deveria ser, visto que até há sua ausência em algumas cidades e, que seu funcionamento é passivo de pouco investimento. Esse é o grande engodo governamental que empurra uma grande porcentagem do problema nas mãos dos administrados, visando apenas os entráves no tocante a conscientização.

Além destes, outra dificuldade enfrentada por este ente é o excesso de bebês que ocupam os aleitamentos, consequentemente acarretando uma falta de demanda para suprir o estoque de leite necessário. É por essa razão que medidas cabíveis devem ser tomadas para frear o abandôno precosse de suas mães  para como seu bebês. Diante disso, é visível a importância de estar ao lado do filho, existe a chance de arrependimento e busca pelo seu genitor.

Logo, é necessário que o Ministério da Educação traga consigo uma base forte em suas disciplinas sobre preceitos morais, a fim de atingir uma sociedade caridosa e duadora e, afim de diminuir abandônos. É imprescindível, que haja uma conscientização por partes dos familiares da mãe do bebê que está no aleitamento para que a mesma busque arrepender-se. Assim, gerando menos atribuições à falta de doação e resolvendo-se então, gerando melhorias em vários aspectos sociais.