Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 28/03/2020

No Brasil, apenas 36,6% das crianças com até seis meses de vida recebem exclusivamente aleitamento materno. Os dados são de 2013, porém esse percentual só cresceu no decorrer dos anos, tornando-se algo extremamente importante, diante da grande importância do leite materno para os recém-nascidos, ainda mais se o leite for oferecido para a criança diretamente do seio da mãe.

Primeiramente, o leite materno além de ser o alimento mais nutritivo para os bebês também favorece a proteção da saúde da criança em vários aspectos, diante de infecções, alergias, algumas doenças crônicas e inclusive cânceres infantis. Permite o contato físico entre a mãe e a criança, o que reforça a relação entre elas. Segundamente, diminui os níveis de estresse e de mal-humor da mãe. Pode ajudar na diminuição dos riscos de obesidade, da osteoporose, e até mesmo do câncer de mama.

Além de ajudar na saúde do bebê, a amamentação também é essencial para que a criança tenha uma vida bem mais saudável no futuro. Bebês amamentados têm menos risco de se tornarem obesos do que aqueles alimentados com leite em pó, especialmente se durar pelo menos seis meses, segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde. Torna-se cada vez mais nítido que o aleitamento materno só traz benefícios, tanto para o bebê quanto para a mãe.

Em meio a tudo isso, deve haver a criação de programas de amamentação, como o aumento do banco de leite materno, financiados pelo governo, para que as pessoas as quais não conseguem amamentar seus filhos, muitas vezes  pela falta de  boas condições financeiras, tenham também a chance de oferecer a devida criação apropriada para seus bebês,  obtendo no futuro crianças e adultos saudáveis, diante de um bom aleitamento materno no país.