Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 22/03/2020
Segundo dados divulgados pelo UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), órgão pertencente a Organização das Nações Unidas, “O leite materno é o melhor alimento que um bebê pode ter. É de fácil digestão e promove um melhor crescimento e desenvolvimento, além de proteger contra doenças.”. Consoante a isso percebe-se a importância do aleitamento materno a uma criança, porém tal prática é considerada anormal e pervertida.
A pervertização desse ato nobre é tristemente real, em conformidade com o caso ocorrido em Oklahoma, estado localizado nos Estados Unidos, no qual uma mãe amamentando seu filho em um Shopping, foi expulsa do estabelecimento pela ação ser assinalada como “indecente”. Felizmente é reconhecido na Constituição Brasileira o direito da amamentação e não podendo ser imposta a negação. Todavia há pessoas que não concordam e julgam as geratrizes por meio de comentários desconvenientes e também por olhares maldosos.
Outrossim, essa conduta humana precisa ser incentivada e assegurada tanto pela sua importância biológica, como também de estreita de laços emocionais entre uma genitora e seu vindouro. De forma alguma deve-se ser considerada anormal, por trazer benefícios para a mãe, como: diminuição do câncer do seio e dos ovários, e na recuperação pós-parto, já para o filho, os ganhos são o leite materno tornando-se o alimento mais nutritivo, protegendo-o contra infecções, alergias, cânceres infantis e a síndrome da morte súbita dos bebês.
Com o intuito de amenizar essa problemática, cabe à Secretaria Especial de Comunicação Social, junto com os estabelecimentos públicos e privados a divulgação de cartazes de encorajamento ao aleitamento materno e também via televisão, onde a massa populacional tem maior acesso, a fim de normalizar esse preciosíssimo ato humano. Condizente a pauta defendida pelo UNICEF.