Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 20/04/2020
O mundo pós-moderno fundamentou-se em mudanças as quais aprensetaram novos desafios à sociedade brasileira em decorrência de suas freneticidades, afirma o filósofo Mario Sérgio Cortella. Dentre essas alterações está a inserção da mulher no mercado de trabalho e o surgimento da questão do aleitamento materno no Brasil, posto as adaptações obsedantes e, ainda, abusivas à mulher e a presente discriminação popular do ato em público.
A princípio, é necessário considerar a adaptação do aleitamento materno à contemporâneidade como exaustiva, abusiva e incoveniente à mulher. Isso ocorre, pois este segmento social é submisso do fenômeno “docilização dos corpos”, sugerido pelo sociólogo Michel Foucault. Ou seja, para satisfazer a engrenagem da nova ideia capitalista de produção e consumo, a mãe é configurada a estabelecer caminhos que negligenciem a amamentação, posto que tal atividade requer um investimento de tempo necessário, o qual poderia ser utilizado para geração de capital por meio do mercado de trabalho. Nesse sentido, conforme o Ministério Público, a média brasileira dos dias orientados para o aleitamento se aproxima de 54,1, enquanto o recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) são 6 meses, o que pressupõe a necessidade de métedos que alterem esse cenário para o aconselhado.
Além disso, é preciso destacar como questão do aleitamento materno a discriminação persistente do ato dentro do ambiente civil. Diante das indicações de que 47% das mulheres afirmam já ter sofrido preconceitos e críticas por amamentar em público, segundo a Revista Rever, é possível associar tal realidade à falta de empatia pautada pelo despreparo social às mudanças pós revolução industrial, como a inserção da mulher ao mercado de trabalho. Essa inconveniência presente na sociedade brasileira, essencialmente, se trata da pouca ou ausência de medidas que englobem a consciêntização humana nas redes sociais e virtuais e que tratem das novidades e suas diferenças trazidas com a contemporaneidade no dia a dia, o que se sugere a necessidade de sua coordenação e aplicação na sociedade brasileira, de forma a alterar o cenário repressor vigen
Levando-se em conta o que foi observado, concluí-se que o alietamento materno apresenta questões a serem reconsideradas e combatidas, respectivamente. Nesse ponto, para que o amamentamento siga os 6 meses sugeridos pela OMS, o Estado deve buscar sua garantia por meio da licença maternal e sua prática garantida pelo Corpo Fiscal e o fornecimento de incentivos fiscais ao mercado de trabalho que acatar tal medida. Além disso, cabe à mídia a prática da conscientização como forma de combate à discrimanação do aleitamento em público, por meio da transmissão de propagandas que transmitam mensagens educativas inspiradas na compreensão e respeito às novas mudanças contemporâneas.