Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 19/04/2020
Segundo a OMS-Organização Mundial da Saúde-, é imprescindível a ingestão do leite materno na formação do bebê ,pelo menos até os 6 meses, tanto na nutrição quanto afetivamente. Porém, é notório que ainda existe preconceitos acerca do aleitamento materno e uma desinformação sobre a amamentação
De início, é valido pontuar que ainda existe preconceitos relacionados a amamentação, como a vergonha de nutrir o bebê em lugares públicos. Isso corrobora com o ministério da saúde, que aponta quase 50 % das brasileiras já sofreram alguma ofensa quando amamentaram em espaços públicos. Com isso, esses atos devem ser combatidos, pois o aleitamento faz com que seja essencial para a formação de uma futura crianças,supramencionado pela OMS,e não deve ser adiado por motivos preconceituosos.
Outrossim, amamentar até os seis meses de vida é essencial, como supracitado pela OMS. Porém por conta da desinformação muitas mães trocam o leite materno pelo em pó, industrializado. A BBF, um órgão sobre a importância do aleitamento materno, informa que só metade dos bebês que nascem, no Brasil, são amamentados exclusivamente por leite materno.Contudo, essa terceirização do leite pode causar problemas na formação, como falta de nutrientes e anticorpos, essenciais para o desenvolvimento saudável.
Portanto, é fato a importância do aleitamento materno. Dessa forma, o Governo deve conscientizar e informar por meio de campanhas como ´´Amamentar é Amar´´, que tenha a participação de médicos e público alvo as gestantes, por futuramente amamentarem, e mães com filhos recém nascidos, visando a amamentação exclusiva do leite materno. Ademais, outra campanha feita por meio dos centros educacionais, que informem a sociedade, com palestras como ´´Respeitar a amamentação´´ , feita por meio de palestrantes especializados em aleitamento, a fim de não existir preconceitos relacionados a aleitamento em espaços públicos.