Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 19/04/2020
O filósofo Rousseau, em Émile, buscou enaltecer a importância de ser mãe. Isso desencadeou nas mulheres da época um sentimento biológico no mundo todo. No Brasil , no final dos anos 80, essa corrente influenciou grupos feministas que defendiam o aleitamento materno e também o parto humanizado. Logo, a educação e a conscientização é um dos desafios atuais acerca da amamentação no país. A educação é um importante passo para a harmonização da sociedade. Segundo a OMS, " a amamentação é a principal forma de fornecer ao bebê nutrientes necessários para a sobrevivência e desenvolvimento". Nesse sentido, a falta de investimentos no setor educacional dificulta a ampliação de informações para a sociedade, principalmente sobre a amamentação. Isso implica também nas classes pobres que necessitam de atenção especial, visto que o auxilio do governo se faz necessário, sobretudo, nas famílias periféricas. Desse modo, a participação do Estado na gestão educativa dos indivíduos é crucial para a inserção e comunicação das pessoas sobre o aleitamento materno. Além disso, a conscientização é fundamental para o entendimento acerca da amamentação. Conforme o ECA, é dever do governo, das instituições garantirem condições propícias do aleitamento materno. Nesse sentido, a lei é essencial para reafirmar o direito das mães que é assegurado pela Constituição Brasileira todos tem direito a saúde de qualidade e isso inclui as bebês recém nascidos, considerando a necessidade do leite materno como principal alimento. Por isso, é relevante a manutenção das informações acerca das leis que garantem o direito das mulheres para a sociedade. Portanto, é importante que o Ministério da Educação em conjunto com o da Saúde elaborarem meios para aumentar a conscientização e educação das pessoas acerca da amamentação, com o auxilio da mídia na propagação dessas noticias, por meio da televisão para que alcance o máximo de pessoas, a fim de que todos tenham uma vida melhor.